Sunday, October 21, 2012

Nothing Would

Mais uma vez sou tomado pelo que não deveria. Uma maré de coisas mortas resolve me abrigar sem que haja consentimento meu, sem que haja contexto. No que que sou puxado para dentro de mim, fica mais e mais claro que tenho um vazio repleto de distorções.

Me surpreendo com o quanto fui cego por um longo período. Entrei em um lugar aonde não era para eu entrar. E não era pra eu ter ficado.

Mas fiquei ali.

Burrice a minha! Não fui quisto.
No que tentei com as mais belas palavras, os mais profundos sentimentos, não vi que nada resolveria. Nem que eu carregasse montanhas nas costas,  nem que eu colorisse as nuvens. Nada.

Seria mais fácil se eu tivesse ido embora ao primeiro sinal que recebi.


E não haveria dor.
E não haveria arrependimento.
E não haveria qualquer vazio.

Também não haveria tempo perdido;
Nem altruísmo.

No que fiquei, forcei paredes para abrir espaço - e não funcionou. Quis o que eu não poderia ter.
Dare nemo potest quod non habet. Por que nunca pensei nisso?

Que burrice a minha, outra vez. Não fui quisto - e não seria, independente do que eu fizesse.
Nunca precisou de nada do que fiz. Quem fez pouco, teve; quem fez muito, teve. Eu, não.

O problema não é fazer. É ter, assim, de modo tão simples.

E tal simplicidade não quis passar por mim. Quis multiplicar um número grande, mas não vi a tempo que seria por zero.

E eu poderia ter sido racional.
Mas como poderia? Era tão impossível.

"But if you only knew how easy it would be to show me how you feel"

Seria duro, mas não pouparia tanto?
Tanto sofrimento.
Tanto arrependimento,
Tanta coisa.

Pouparia.

E nada disso seria.
E seria diferente.

Não adiantou. Nada adiantou.

Now everything’s gone, everything’s lost;
Promise to God, I’ve paid my cost.

Tuesday, September 25, 2012

Eu Preciso Aprender

Eu preciso aprender que eu tenho muito
e, desse muito, boa parte não é interessante


Eu preciso aprender que não é porque eu corro atrás
que correrão de volta
Eu preciso aprender que não é porque eu faço de tudo
que farão de volta
Eu preciso aprender que não é porque eu gosto
que corresponderão
(e não tão somente amor, também falo de amizade)
Eu preciso aprender que não é porque eu gosto da presença
que também gostarão da minha

Eu preciso aprender a aceitar
que nem sempre estarão presentes quando eu mais precisar
que nem sempre preferirão à
e nem sempre esperarão por mim

Eu preciso aprender a mentir
para não atrapalhar sorrisos
mesmo quando a minha infelicidade tiver tomado conta

Eu preciso aprender a representar
para reforçar a mentira altruísta
e não deixar externar a desordem

Eu preciso aprender a controlar
o que eu sinto de ruim
o meu egoísmo por quem eu preciso
o meu infeliz costume de criticar -
mesmo que eu esteja inconformado

Eu preciso aprender a ser
algo melhor
mais vivo
menos eu
para que eu seja mais eu -
um eu melhor.

Eu preciso aprender.

Sunday, September 23, 2012

Is It Something Missing?

Não é incomum saber que eu nunca fui muita coisa. Não era costume eu fazer algo que realmente fizesse eu me sentir completo, realizado ou algo que suprisse a falta de algo importante. Porém, você apareceu.

No que você apareceu, à primeira vista, não imaginei o que viria a ser a sua presença. Já havia vivido intensidades por outras vezes, mas nunca como a sua. Pois bem, aí é que tudo começou.

No começo, vi que acabaria dentro do padrão ao qual já estava acostumado. Que inocência a minha, meu Deus!, que inocência. A partir da inocência, comecei a viver a nova história.

Enquanto eu partia da inocência, a intensidade foi aparecendo. Foi crescendo mais e mais, e, sem perceber, superou todas as previsões. Superou, inclusive, meu controle da situação - que, por sinal, eu não me preocupava em ter -, o que foi um erro proporcional à intensidade. Bobo que sou, deixei de viver a minha vida para viver cada segundo do que havia começado.

Para ser claro, passei a viver uma outra vida: a vida dela. Até então, eu não me importava com a minha, o que fez ficar mais fácil eu deixar a minha vida em espera. Só que eu não achava ruim, bem como não sabia se era ou não. O que realmente era interessante, era plausível de ser vivido, era aquela vida que havia cruzado a minha. E foi assim que aconteceu: me entreguei mais do que totalmente. Entreguei até o que havia além do que eu conhecia.

O que fazia eu me sentir vivo era adentrar sua alma, me dedicar a ela. Entrar em outra atmosfera, já que a minha não me valia a pena. Cada tempo que dedicava parecia pouco, mas mal percebia eu que passava muito mais do que eu poderia imaginar. E cada batida de seu coração me fazia sentir completo, com a falta que eu sempre tive suprida. Era o ápice do que eu poderia ter vivido, porque me tornara algo tão melhor do que sempre fui.

Mas aí ela foi embora.

No que ela foi embora e seguiu sua vida, eu fiquei. Pouco a pouco, notei que a sensação de ser uma pessoa melhor foi uma ótima enganação. De volta ao o que eu era antes, segui em direção ao meu poço mental. O espaço que você preenchia esvaziou, e fui obrigado a viver a minha vida. De início, não foi assustador. Tempo depois, vi que era bem a mesma coisa de antes: insuficiente. Faltava algo.

Me afoguei tanto na alma dela que esqueci da minha. Esqueci tanto que provavelmente nunca vou saber em qual lugar ficou a alma inocente que eu tinha antes. Inocência que faz falta, porque me evitava de um colapso a cada falta que eu sinto.
Atualmente, vivendo a minha vida, há coisas que fazem com que eu faça uma releitura de Camões: estou em um descontentamento descontente.

Não sei viver só a minha vida, pelo menos como está. Falta algo.

Sunday, September 09, 2012

We Have No News Until Now

Não é muita novidade que eu esteja mais uma vez escrevendo sobre amor, deve ser uma das únicas coisas que eu faço (direito ou não) na minha vida. A novidade disso tudo é estar voltando a escrever sobre isso em meio a tanto cansaço e tantas outras coisas que estão em volta de mim.

O que importa nisso tudo é o lugar em que cheguei. De certa forma, eu não imaginei. Mas não sei se faz diferença imaginar ou não, no fundo acaba virando a mesma história. É aquela coisa: amo a presença, amo a voz, os carinhos, qualquer coisa que seja estar perto de mim. Breaking news, é assim que tem que ser, mesmo. O que diferencia é se faz bem ou não.

Faz bem e não faz. Aquela coisa de amor ser antítese, contradição, etc., sabe? Abrir espaços para que a pessoa se aprofunde em você e, ao mesmo tempo, não deixar que ela veja o que você não tem de bom por medo de que ela vá embora. Mas ah, de que vale abrir o parque de diversões e deixar as montanhas-russas fechadas? O amor válido é diversão e emoção; é medo, também - e é isso que faz valer a pena.

O negócio é que mesmo nessa paixão toda por você, sei que não adianta nada dar um passo a frente, mandar indiretas, falar, falar e falar: o resultado é sempre o mesmo. É aquela sensação gostosa de sonhar um mundo com você e a realidade intransigente de não sair do zero. Vejamos, é sempre a mesma história: não adianta falar, porque não dá certo. Não segue, não vira nada, se vira, é pro lado errado. Isso pode ser pessimismo ou somente pura realidade, mas não muda o que é, o que sempre foi: puro desencontro, o tempo todo.

A coisa se tornou em pura valorização do mínimo que eu possa receber e agonia pelo que eu queria e não tenho. Mas o que vale nisso tudo é que eu realmente te amo, mesmo em silêncio público e dissertação privada. Tudo bem, isso é o de sempre. Sonhar em silêncio para que a alegoria não destrua a boa realidade que eu possa vir a perder.

Monday, August 20, 2012

The Nowhere Lane

Cansaço, cansaço, cansaço, mente cheia, cansaço, mente cheia, desilusão, desânimo, cansaço, nada, vazio, vazio, vazio, vazio, cansaço, nada, desilusão, resistência, resistência, peso, peso, cansaço, vazio, desesperança, aprisionamento, regresso, regresso, vazio, peso, cansaço, resistência, mente cheia, cansaço, rotina, cansaço, redundância, paradoxo, caminhar em círculos, regresso, cansaço. Clamor, tristeza, cansaço, desesperança. Sem graça, sem gosto, cansaço. Nada.

Sunday, August 05, 2012

Shrinking Reality Whilst Time Doesn't Stop

Chega aquela hora que você para pensar.
Aquela hora que você conclui.
Que você cansa por ter tentado tanto e nunca ter atingido seu ou seus objetivos.

Chega aquela hora que você vê onde está.
Você não se sente triste, mas sente que falta algo.
Aonde a rotina vai mostrando que irá tomar conta de tudo.

Chega aquela hora que pensa no seu dia seguinte.
Você se cansa só de imaginar; não espera por nada.
Falta alguma coisa, claro que falta.

Chega aquela hora que você vê o que o que está fazendo,
o que está vivendo, o que está querendo
E aí você pensa: qual é a vida que eu quero viver?
Qual é a vida que eu vivo?

O tempo passa e ainda falta. Você sente o tempo.
E chega aquela hora...

Monday, July 30, 2012

A Letter In The Silence

Às vezes eu me pergunto se eu ainda sei escrever sobre amor. Sei lá é a resposta automática. Quando eu venho escrever, recebo um “não” como resposta final. Mas aí eu me pergunto: isso não seria falta de inspiração? Falta de um modelo específico, pra abrir a minha mente para derramar um monte de palavras doces sobre uma página? Seria. Mas talvez a inspiração tenha voltado. De um jeito tímido, quem sabe?

Sua aparição constante em minha mente - e também em minhas músicas - me deixam outra pergunta: o quanto estaria eu querendo você perto de mim? Me respondo rápido: muito. Esse muito cria uma saudade deveras relevante de você. E o que seria essa saudade? Fruto de uma paixão? Seria. A cada momento que te tenho de volta, sinto o quanto eu quero você perto de mim
.
Essa profundidade que vem acontecendo é como uma escavação. Cada vez que penso em você, mais alguns metros para baixo - aprofundando e aprofundando. Cada vez que recebo um abraço seu, o sentimento se torna mais profundo. E eu vou dizer: eu não me preocupo com o quão fundo isso vai. Mas eu me pergunto: isso é seguro? Resposta rápida: não. Isso vale a pena? Não sei. Mas eu sei que você vale, isso já seria suficiente? Seria.

Entre tantas perguntas e tantos futuros-do-pretérito, eu sei que é bem simples ver como eu me sinto perto de você; o que eu penso sobre você. Você é tão genial, tão bonita, seja por dentro ou por fora. Tão agradável. É como a brisa do mar. Fico imaginando o quão eu seria (mais) feliz se seu lugar fosse em meus braços. E quem sabe um dia não seja, não é?

Segurar a sua mão é como se a minha mente e a minha alma parassem de uma vez. Talvez pra sentir você e sentir a mim. Acabo virando uma confusão em silêncio. Em silêncio, apesar do tanto que eu consigo sentir. É uma matemática complexa de resultado simples: você me deixa com uma felicidade fora do comum. Com isso se mistura o que a minha mente reproduz: um tsunami emocional causado por coisas que eu não digo (e não posso dizer). Em meu silêncio, levo todo o bem que você me faz e todas as perguntas a mais, e você nem sabe.

Às vezes eu me pergunto: pra onde vai levar esse meu amor por você?

Thursday, July 26, 2012

Delusion

Aquela sensação de decepção com a vida.
De ser um pedágio.
De não ser nada.
De um belo "sei lá", também.
Que bosta.
Doesn't matter. Game's not over.

Wednesday, July 25, 2012

Sun In The Dustland

A chuva caía.

Não encontrava de forma alguma qualquer tipo de resposta. A saídas se alagavam e eu ficava cada vez mais ilhado, sem caminho. Até que a chuva parou.

No que a chuva parou, saí da minha "ilha". Observei o céu, estava azul. Limpo, pela primeira vez em tanto tempo, mas não tinha sol. Mas e daí? O céu estava azul, estava claro, de alguma forma.

Mas a falta de sol incomodava. Chegou a aparecer alguma fonte de luz, mas não era suficiente - continuei andando. No que andava, outra coisa parecida com um sol eu vi - ainda não era. Então lembrei de pistas que estavam dentro de mim o tempo todo: encontrei o sol.

Mas ele não podia brilhar pra mim. Porém, inconscientemente, o fiz brilhar. E esse brilho me encantou de tal forma que maravilhou meus olhos e inundou minha mente de cenários perfeitos. Cenários perfeitos tão bloqueados quanto os melhores carros em jogo de corrida.

No que sorria, sabia: está errado. No que pensava, sabia: poderia estar certo. No que perfurava minha alma, não sabia: quando seria? E, seria?

Apesar da dúvida, da insanidade que cobria o arrependimento, o sol estava ali. Bonito, deixando a vida mais bonita. E a resposta vinha no mesmo lugar.

E o sol era único. É único.

Thursday, July 12, 2012

The Over In The Strain

 O que eu preciso fazer:

Opinar menos;
  • Ninguém quer saber o que você pensa sobre futebol, trens ou física.
  • Muita gente não tá nem aí pro pouco que elas veem você falar, pra que se preocupar em falar ainda mais?

Fazer mais amigos;
  • Conhece a escola inteira, mas vive andando sozinho no colégio.

Reclamar menos;
  • Ainda menos do que o atual.

 Esquecer como certos relacionamentos já foram;
  • Se hoje tem gente que mal fala com você, é questão lógica que você não faz diferença.

A vida é um eterno perde e ganha: num dia a gente perde, no outro a gente apanha, meu caro.

Saturday, July 07, 2012

Shot Myself In The Foot

Já faz um certo tempo, mas eu não consigo esquecer.
Tanta coisa aconteceu, algumas coisas se repetiram, mas depois tudo acabou. Parece que o era verdade, realmente, ficou. Mas acho que quando eu deveria ter certeza, eu não tive. Quando eu deveria ter controlado, eu não controlei, e eis que me perdi por inteiro. Deixei a intromissão me levar
Never should've listened to the serpent, I mean. Agora assisto o que eu perdi de forma desesperadora, porém, há a forma tranquilizadora que mostra que tudo ficou bem pra você. Tudo bem. O que vale é a sua felicidade. Mas eu não nego que eu sonho, às vezes, que ela fosse, mesmo, minha. É um fragmento inevitável do "egoísmo", e, por vezes, eu nem chamo assim. O amor demonstra seu lado de posse, por isso não se pode considerar egoísmo o tempo todo. E, aliás, apesar de eu ter sido chamado de egoísta tantas vezes, eu sei que eu não sou. Eu sei que eu larguei muita coisa pra fazer outra, porque eu achei que estava certo. Mas não, eu vejo todos os dias que eu estava errado. Eu me mato todos os dias por esse erro. Por ter deixado isso acontecer. E agora, depois de tanto tempo, eu não posso fazer mais nada além de olhar em seus olhos e tremer até o último pedaço da minha alma. E, quando eu olho e penso no que poderia ter sido, eu tenho o desejo de me enfiar em um buraco e sair no dia em que eu poderia ter mudado tudo; porém, para meu desespero, isso é impossível. Eu só posso manter as coisas na lembrança. Eu só posso manter os textos nas palavras. E o que foi, não parece ter volta. Só uma coisa ficou. E é essa coisa que me corrói a cada instante.
Mas é isso. Fica tudo preso na minha mente e tudo preso no meu coração. Fica tudo preso em símbolos simples. O símbolo mais fácil de ver por aqui.
No final, fica uma vida que não aconteceu presa dentro de mim. Sempre me corroendo.

Saturday, June 30, 2012

Untitled (due to creativity absence)

Duas "músicas" bobas.
Só isso com capacidade de remeter a muita coisa.
Sendo esse "muito", uma utilização do recurso metafórico.
Grandes risos. Desesperados ou felizes.

Wednesday, June 13, 2012

Snippet

Então a chuva caiu.
No que um dizia tchau ao outro, ninguém ia embora. A chuva continuou caindo e, mesmo assim, ninguém se moveu. Mas ambos foram embora, sem se mover, sem terminar o tchau.
Nada terminou. Tudo acabou.
E a chuva não parou.

Thursday, June 07, 2012

Sieben

How much longer will it take to cure this
Just to cure it cause I can't ignore it
So tell me
What is our ending?
 

Wednesday, May 30, 2012

Regret And More Regret

Daily regret.
É uma pena que apareça dessa forma, mas já foi.
Só o que dá pra fazer é lidar com isso do jeito que está.
Não vai mudar, seria egoísmo se eu quisesse.

Deixa.
Só vou me matar com o que eu penso todos os dias.
Tudo bem.
É só até passar.

Mas, até quando?
Quando vai passar?

Regret, regret, regret. And more regret.

Monday, May 28, 2012

We Haven't Foreseen

E no que a noite caía, você levantou - precisava ir embora.
No que eu te segurei, puxei o meu mundo inteiro.
No que eu puxei o meu mundo inteiro, tremi.
E sabia o que eu queria.
Mas de alguma forma, eu consegui não saber - ao mesmo tempo.
E no que eu segurava o meu mundo inteiro, não previ o que viria.
Não previ o que aconteceria.
Não previ que perderia.
E assim aconteceu.

Me veio o tempo,
o peso,
o que mais que não queria, veio.
E se não vai, também não vou,
ou, se vou, não sei, já fui.

Já foi. Não fiz.

Auffrischen

Mudei a cara desse blog, porque o outro estilo já tinha perdido a graça.
Também mudei o endereço.
Acho que agora ficou um pouco melhor.

Saturday, May 26, 2012

End

Eu mereci tudo isso.
Não fazer nada certo dá nisso: um monte de coisa direto na sua cara.

Eu mereci tudo isso.
Não adianta me arrepender. O tempo não volta.

Eu mereci tudo isso.
Tentei mudar o que precisava e não consegui, como uma pessoa uma vez me disse.

Eu mereci tudo isso.
Eu mereci.

Monday, May 07, 2012

Teleport

Um sorriso, um gesto, um carinho.
Não é de um só que falo, literalmente, mas para bom metáforico, meia figura de linguagem basta.
This is going not only to take my mind,
but all my plans, again.
And I can say: I love all of these.
Except for one thing. Yet.

Sunday, April 08, 2012

77X

Sinto um desprazer enorme. Não existe felicidade pra mim.

Saturday, April 07, 2012

Little

And the center of the earth
My earth or nothing like that
Whatever I'm thinking
Whenever I'm wanting
It doesn't matter
I lost it all.
It all, ie, no way to reconstruct
I just have nowhere to go
I had.

April 7th

Quem nasce pra perder, não morre com uma medalha de ouro.
E se chegar perto dela, vão te empurrar pra longe.
E esse sou eu.

Thursday, April 05, 2012

725

Se um dia eu pudesse ver
Meu passado inteiro
E fizesse parar de chover
Nos primeiros erros
Meu corpo viraria sol
Minha mente viraria sol
Mas só chove, chove...


[...]


Nothing will ever stop it.
Hell went through this land
Waking up all the darkness
Deceiving the good
and destryoing the mood.

I know that I can change
But only some lands unhabited
The good was bitten
and thrown to a dead valley.

Lord, do you hear me?
Why?

Tuesday, April 03, 2012

Sigma IV

A única coisa que é possível acreditar:
O abraço da morte é frio
e em paradoxo, ao mesmo tempo, o inferno queima
E toda sua paixão
trancada, bem viva
...
sei lá, talvez?
matei a mim, matei o mundo
meu mundo morreu;
...
Ou será que dormiu?
não. não?

Monday, April 02, 2012

Inferno

Que a vontade de viver volte.
Mas eu sei que ela não vai.
Eu perdi tudo.

...

Mergulhado num mar de sangue;
meu inferno;
minha escuridão;
meu monstro;
o demônio que está em minha volta;
adeus - eu não vou conseguir.

Não sozinho. não.

Friday, March 30, 2012

Água

Ponto inicial.
Aquele só meu, ninguém entra.
Não por impedimento; ninguém quer.
Nem eu.

Gol anulado,
frustração, passado.
Tudo que eu queria,
cinzas, escuridão.
Ainda que fosse como uma fênix,
não, não é.

Talvez por distração,
a ventania tudo levou.
Olho o que falta, sinto a ausência
e vejo o que me sobrou.
O que esteve em minhas mãos, prometi guardar
e o fiz; fui conferir, nada ali.
Foge de mim, assim, nem dá tempo
de contemplar - é rápido, é momento.


Tuesday, March 27, 2012

Meia-noite

Que dor que ficou.
Ouvindo a chuva que vem marcar o dia.
Sentindo a dor que lembra letargia.
A cura, aqui estou,
olhe pra cá, em meus olhos
profundos, intensos
com um pedido tão imenso
ou imensurável.

Daqui, lugar nenhum
lugar-comum
não importa.
Só mais um - um nada.
E essa dor,
sensação,
destruição.
Sem lugar, só o olhar
de esperança desesperada
para um lugar.

Foi tudo,
e é, vai ser
e o que será?
A dor que ficou
dirá que se acabou?
Meia-noite, meia-luz
quarto escuro de poemas crus.
Espero deitado em uma noite de tormenta
imaginando para onde vai toda essa dor
que minha luz enfrenta.
A respiração que falta a mim
foi a dor que roubou, simples assim.

Sunday, March 25, 2012

Turn

I'm trying trying to overwrite the wrong
I'm here till I'm thick and thin
and again and again
bring it, I'm about to win.

28

Tá vendo que maldade
Que a saudade fez comigo
Me deu como castigo a solidão,
Me fez chorar.
Ela sabe muito bem
Que sem amor corro perigo
Por isso que eu lhe digo:
A saudade é muito má.

A saudade não tem pena,
Não tem dó nem compaixão,
Não perdoa só condena,
A saudade é uma prisão.
A saudade é uma praga
Que o rosto não disfarça.
Passam dores, passam mágoas,
Mas a saudade não passa.

Saudade, saudade
Hoje eu posso dizer o que é dor de verdade.

Monday, March 19, 2012

Never

I think I lost my way
Getting good at starting over
Every time that I return
 
I'm on my knees
I never wanna die
I'm dancing on my grave
I'm running through the fire
Forever, whenever
I never wanna die
I never wanna leave
I never say goodbye
Forever, whenever
Forever, whenever

Sunday, March 18, 2012

Needles

Não previa o quão nada eu me tornaria.
Mas, como sempre...

Monster

Me sinto perto de uma explosão.
Talvez chorar não resolva.
Dormir também não.
Sei lá.
Vou explodir.
Sinto o cheiro de pólvora.
Sinto as perfurações...

Recognize

Eu poderia ter sido menos idiota.
Eu poderia ter agido diferente.
Também poderia ter me esquivado de algumas coisas.
E, quem sabe, ser um pouco mais aberto.

Mas, não sei. Me fechei e me tornei nada.
Com tanto nada que virei, me dificultei.
Não sei como contornar o que criei.
Me perdi tentando achar o caminho certo.

Já foi tanta coisa que tentei fazer,
nada fiz - não tenho palavras para nada.
Quis ser tão melhor - quero.
Que não seja tão tarde.

Eu poderia ser mais do que quero ser.
E poderia ser menos do que não aguento ser.
Mas às vezes isso é mais difícil do que parece.
Planejar é muito fácil. Que fosse fácil praticar.

Eu poderia...

Self-Criticism

É o resultado de ser um cara chato, antissocial, sem graça, sem altura e cansado.

Saturday, March 17, 2012

Amineptine

O fato é que eu já não quero mais lidar com todo esse cansaço. Eu quero ficar bem com você logo. Eu não me aguento mais e não aguento mais ficar sem te ver. Acho que você não quer isso, já que você tem adiado tanto. Ou talvez eu faça ideia do por que você está fazendo isso. However, eu quero te ver. Sinto uma saudade absurda do seu abraço, do seu beijo, da sua voz, das conversas. Três semanas sem carinho, mas com muito conflito. Quod terribilis tempus. Quero voltar ao normal. Quero poder te fazer bem. Sinto que você não quer isso, chego a pensar que você não vê a hora de eu desistir. É, eu não vou. Apesar de você não precisar de mim, eu preciso de você. Tudo bem. Saiba que eu tenho morrido sem você. Sinto o mundo me engolindo e eu não consigo mais respirar. Você havia me dito que era muita responsabilidade ter tanto Daniel nas suas mãos. Eu tentei amenizar, eu tentei, mas você não gostou, e resultou nessas três semanas. Vou ter que ser sincero: eu não faço a mínima ideia do que fazer. Eu quero você comigo. Você deve achar que eu só me importo com o fato de estarmos juntos ou não, e você está errada. Da mesma forma que eu me importo muito com o fato de estarmos juntos ou não, também me importo com você estar bem. Não é à toa que eu procuro fazer o possível pra te ver sorrindo. Não é à toa que eu tento tanto saber o que você guarda tanto. Me preocupo tanto com você, e eu sei que você nunca vai fazer ideia disso. Eu não demonstro preocupação porque eu não sei demonstrar. Minha demonstração de preocupação tem cara de curiosidade, por isso escondo, não quero dar a entender a coisa errada. Mas escondendo, parece que eu não me importo. Infelizmente, não é sempre que faço com que eu seja bem interpretado. Isso não importa, também. O que importa é que eu preciso muito de você comigo - e quero, também. Eu te amo tanto. Você chegou a um nível que ninguém conseguiu até hoje. Às vezes eu sinto medo de que meu amor por você te afaste de mim. Não é a ideia. A ideia é que meu amor te aproxime de mim. A ideia é que você só se aproxime de mim, mais e mais. Quero sempre mais contato, mais conversa, mais apoio, mais brincadeira, mais intimidade, mais nós. E eu fico aqui porque eu quero consertar a gente. Má fase, altos e baixos. Voltemos para o alto. Aqui em baixo é feio e frio. Quero voltar para onde estávamos e subir mais. Não escolhi tentar pela terceira vez pra chegar em um dos "baixos" e "deixar pra lá". Não somos crianças, sabemos nos resolver. Fora que sabemos mais sobre o outro do que, talvez, qualquer outra pessoa. Não acho ruim abrir a minha vida pra você. Ué, se nos amamos e nos juntamos, é isso que deve acontecer: sermos transparentes. Mostramos nossos problemas e nos apoiamos. Não como obrigação, como prazer. Nessas três semanas nós nos xingamos e não conversamos direito. Foi tudo muito longe. Voltemos para a realidade, voltemos para o que nós realmente somos. Temos que nos ver e sair da utopia de que tempo sem se ver resolve alguma coisa. Quem tem que agir somos nós, não o tempo. O tempo não age, ele apenas corre (ou vai bem devagar). Vamos nos entender, vamos voltar aos nossos carinhos habituais. Entenda, estou queimando, meus olhos ardem e tudo o que tem vindo é uma dor tremenda que acaba com o meu corpo e com a minha mente. Eu amo você com todo um coração que, por tantas vezes destroçado, se fez inteiro puramente por sua causa. Please, let me inside, let me get close to you. Você faz falta. Muita falta.

Thursday, March 15, 2012

Summer Days

Picture on the dreamer
I'll take you deeper
Down to the sleepy glow
Time is a low
Don't you know?
What are we going to do?

When you go back
All the second selfless days
You're in love with him
I want to see you again
I love you
but what are we going to do?

Monday, March 12, 2012

Somewhere Over The Anomaly

Estou morrendo.
A cada minuto que passamos nesse clima tão ruim, tão feio que não pertence e nunca pertenceu a nós.
Não consigo entender por que ontem você fez passar em branco o meu carinho.
E ainda dizer que estamos nos perdendo...
Por quê?
Talvez eu saiba... quando as coisas estão assim, eu sempre sei o que você quer.
E dói... é como queimar a minha pele.
Tento fazer o possível pra ficarmos bem, pra você confiar em mim.
Tento, tento... e tento.
Mas a história é sempre igual: eu sempre corri atrás de você nas horas principais.
Tudo bem, tudo bem. Sempre por amor. O meu amor por você.
Que você não vai, nunca, conseguir medir ou entender.
E esse amor implora pra que não nos percamos, como sei que não aconteceu e nem está acontecendo.
Mas eu não sei, eu nunca consegui tirar da sua cabeça as coisas anti-amor.
Já vivemos histórias bem diferentes, mas ambos já sofreram o suficiente para haver entendimento.
E por que somos são opostos quando se trata de ficarmos bem?
Sei lá.
Só quero que a gente se acerte e o nosso amor volte ao normal.
Para que pelo menos eu possa cuidar de você, de novo.
Não jogue contra o meu time
é o que também lhe peço...

Saturday, March 10, 2012

Unfortunately, Human Being

Acordei hoje e vi que infelizmente sou humano. Não sei acertar sempre, e como sei, isso não é possível. Procuro, de formas e mais formas, fazer o melhor em cada situação, mas como humano, evito agir em determinadas circunstâncias pra não piorar o problema. Dessa forma, procuro manter a margem de erro o mais próximo possível do zero.

Como humano, também cometo grandes erros. Mas é difícil aquele que seja imperdoável, talvez por uma ou outra vez eu já tenha o feito, mas não acredito que seja algo recente. Erro imperdoável é não querer acertar quando não se trata só de você. É um erro bem grande querer o acerto sem permitir que se acerte. Não existe quebra de paradoxo sem que um dos elementos paradoxais "abra mão" de sua falta de resolução.

Ser humano se torna complicado quando você precisa ser perfeito, dar aquele tiro preciso. Principalmente quando você já não sabe mais em que lugar atirar, ou quando não há luz no ambiente. Só há duas opções: arriscar ou esperar a luz voltar. É natural que se espere a luz voltar, mas é provável que seja muito melhor acertar o alvo ainda no escuro. Seu heroísmo fica muito maior. Seu acerto fica muito mais bonito.

Mas o problema é que enquanto se é humano, o erro se joga no seu rosto e você não consegue sair do lugar. Cachorros tem sorte...

Friday, March 09, 2012

Untitled Crap

Eu sou um lixo. É, é isso. Uma grande merda de um lixo.

Monday, March 05, 2012

Black Sky Empire

A noite mal termina, estou aqui. A lua não apareceu, e, por ora, nem o sol. Nada de brilho, apenas os postes de luz e carros mandam luz para ruas tão escuras.

Tão escuras e vazias, em pouco tempo irão lotar de gente. Pessoas vazias, pessoas cheias; as que escondem um mundo sob seu corpo físico, que não vêem o sol há anos.

O sol ainda não apareceu e seu céu faz desenhos em vermelho, de maneira tão incógnita. É uma amizade entre a noite sem luz e o início de manhã sem brilho. Se mostra como uma noite de céu cinza-azulado.

Tão sem vida, sem conexão com os belos desenhos de casinhas simples e famílias felizes, com um sol sorrindo no canto superior da folha. Pura inocência, que de forma tão obscura, se apaga. Talvez, o desenho do dia se mostre mais amigável com a noite, sem estrelas, sem lua.

O que levou a lua e o sol embora não quer devolver essas duas coisas tão bonitas. Deve ser por isso: são lindas demais. Porém, no canto direito da folha tem uma estrela imperfeita que brilha.

Não entendo seu brilho estranho, nunca entendi. Mas deixo lá, brilhando, é o que se mostra bonito nessa noite - ou dia - tão quieto... O vazio sai às ruas.

Sunday, March 04, 2012

Ain't It Strange?

I got a mad mans kind a frustration, just another product of the anger in the nation.

Listen I'm confessing, every day I learn a lesson, but I'm still breathing, God that's my blessing. So one for the trouble, never losing kind [...].

Ain't it strange how things change, when they take you from the ground and put you in the fast lane? But I never knew a shiny happy home, so I be just fine going to my terrordome.

Dance with the wolves, wrestle with the pitbulls.

Saturday, February 11, 2012

Shitty Dark Night

Eu me preocupei e você nem ligou pra isso.
Não deu um sinal de vida, não demonstrou se importar que eu existi hoje.
Tudo bem, isso não é o mais importante, mas eu quis saber sobre você.
Quis saber se você tava bem, quis saber se algo de errado tinha acontecido.
Se tivesse acontecido algo de certo, queria saber também.
Mas sei lá, hoje eu não existi pra você.
Talvez eu não exista por diversas vezes, quem sabe?
Tudo bem, também. Só quero saber de você.
Acordo e vejo que você passou direto por mim e tem algo errado.
Por ora, não posso fazer nada, você já sumiu. Agora, meu corpo parece estar quase explodindo.
Eu me preocupo muito, sempre me preocupei.
Talvez eu sufoque, talvez eu queira muito saber como você tá.
E o silêncio é um corte profundo que eu recebo
a cada dia em que eu não sei o quão forte pode estar chovendo.

Tuesday, February 07, 2012

Sigma II

E aí em qualquer horário do dia eu me pergunto: o que eu tô fazendo aqui, cara? Por que eu não tô num banco de parque com ela, com o vento batendo em nossos rostos e algumas folhas de árvore caindo na gente? Por que eu estou aqui, no meio de um terminal lotado cheio de gente esquisita que vai pros mais diversos lugares da cidade ou não? Sei lá. Não gosto de ficar muito tempo sem ela. Uma semana sem ela é como dois anos em sete dias. Não gosto, quero ela aqui, e agora.

Sunday, February 05, 2012

Sigma

There's no good in looking back on yesterday and wondering what could have happened then.

Thursday, February 02, 2012

Avoiding Overheat

Bom, sei lá, boa noite.

Acho que esse post vai ser diferente, talvez pelo modo que eu o escreva... é que eu queria falar um pouco. Não aconteceu nada de ruim, nada de especial. Só venho me sentindo um pouco estranho há alguns dias - cinco, pra ser preciso. Essa estranheza que me cerca vem da junção de algumas coisas. Preciso ser óbvio e dizer que o que mais ocupa o que eu penso é a minha namorada?

É, é. Ela não fez nada, na verdade. O que me incomoda é que ela não me conta as coisas. Parece que eu a vejo vindo com um escudo na minha direção toda vez que eu tento saber o que acontece. Não vejo como um erro ela agir dessa forma, mas mexe comigo. Sou o namorado dela, alguém que a ama muito. Alguém que precisa saber como ela está. Não gosto de "me mostrar", mas eu sempre sei quando ela não está bem - ao menos psicológicamente. A resposta que recebo, sempre que eu pergunto, é a clássica "não foi nada, tá tudo bem". Não, não é essa a resposta que eu quero receber. Quero respostas claras, quero objetividade (não espero que ela me conte de forma organizada e lógica, se ela me contar de forma confusa e desordenada também pode ser). Sou assim com ela, o que eu faço (ou, o que sou) de errado para que haja sempre uma névoa encobrindo o caminho da realidade? Me importo com ela de modo verdadeiro, e apesar de eu ser uma pessoa fria (que tem a incapacidade de chorar com Marley & Eu, ficar triste ouvindo música ou de ficar assustado ao ver uma tentativa de suicídio), eu tenho uma capacidade enorme de abrir exceções e me importar intensamente com o que ela pensa e sente - como ela está. É como o trecho de duas músicas, um diz: "Just tell me where you are, tell me how you feel; tell what you need, just tell me how you feel", e o outro: "I wanna know how the fuck you feel" - é isso. Eu quero saber, eu me preocupo. E quanto mais eu não sei, mais eu tenho medo.

Outra coisa que tem feito com que eu me sentisse um pouco estranho é em relação ao meu jeito antissocial. Parece que eu não sei me comunicar, sinto como se eu apenas soubesse escrever. Não consigo responder as pessoas sem ser com um simples "rsrs" habitual, na maioria das vezes - pelo menos nos casos das pessoas menos próximas. Só sei me comunicar com pessoas próximas, pessoas que eu conheço bem, como os meus pais, a Mafê, o Doninha, o Rafa, o Pedro... outras pessoas que um dia já tive proximidade grande também, mas não vem ao caso citá-las. Parece que só sei me comunicar bêbado. É, eu fico engraçado, eu fico sociável, eu converso, eu xingo - de brincadeira - os meus não-tão-amigos assim, e tudo bem. Por que é tão difícil ser assim quando eu estou sóbrio? Por que eu não sou como o meu pai, que em cinco minutos falou com mais gente na fila do System Of A Down do que eu e a Mariana juntos em mais de seis horas?

E ainda tem mais coisa que faz com que eu me sinta estranho. Minha altura, por exemplo. Detesto, com todas as minhas forças. Me dá mais ódio ainda quando vejo pessoas mais altas que eu, porém mais novas. Por que tem que ser assim? Por que todos são altos e eu não? Isso é chato, sabe? E se eu precisar defender a minha namorada, eu vou fazer o quê? Andar armado? Quero crescer mais do que eu quero me mudar desse bairro que eu tanto odeio. É mais importante pra mim do que passar de ano. Nota para a vida: não quero repetir de ano só pra aprender a medir prioridades, porque eu as entendo bem. Mas crescer me deixaria mais feliz do que passar de ano, e eu vou - obviamente - brigar pelas duas coisas.

Tenho mais coisa pra falar, claro. Mas, quem sabe falo delas outra hora? Não sei, não importa agora. Falei um pouco do que vinha rondando a minha cabeça. Ela é mais cheia do que imagino, mas até que controlo-a bem.

Sunday, January 29, 2012

Dois

E não há nada, nada, como a sua presença.

Saturday, January 28, 2012

05:32

É, às vezes você me deixa muito irritado. Só que é você, a MINHA menina que me irrita. Eu te amo.

Tuesday, January 24, 2012

After All II

Esperei por um outono, um inverno, uma primavera e um verão. Por dias de sol, dias de chuva intensa. Escrevi livros e superei o vício de falar a respeito. Chegou uma hora que eu fiquei em silêncio e só observei. Enquanto eu observava, vi o que o tempo fazia, vi as coisas saindo e voltando para o seu lugar. Vi, senti. E tudo o que eu fiz, tudo o que eu deixei de fazer, eu sei, foi o certo. Foi o que construiu o meu presente - tanto no sentido de tempo, quanto no sentido de premiação. E chegou o dia que aconteceu o que eu mais queria: coloquei uma aliança em seu dedo. Finalmente, meu amor. Meu amor.

Tuesday, January 17, 2012

Open Your Eyes

Deep inside of your mind you're forced to believe that nothing's gonna change. So I take you by the hand and I lead you to a place, a place of happiness like this.

Monday, January 16, 2012

Constellation

Right beyond the clouds, the ashes fall down.
They could not exist.
They exist.
A skeleton blocks the way. The mist resists.
The rain can bring the sun. But it prefers not to rain.

Thursday, January 12, 2012

Brief Description

Too short, too antisocial. Too wispy.

Everytime

Everytime you go you take a part of me, a part with you.

Wednesday, January 11, 2012

Perfection

É impressionante: eu posso estar com uma dor de cabeça infeliz e quase passando mal, mas estar com você faz com que tudo esteja perfeito, de qualquer forma.

Friday, January 06, 2012

Where I Belong

Oi, meu amor.

Minha criatividade textual não vai muito longe numa madrugada em que eu estou bem cansado, quase dormindo na frente do computador, mas eu precisava falar um pouquinho aqui.

Você fez eu me sentir muito bem nesta tarde de quinta-feira, como sempre. Você faz com que eu sorria por dentro e por fora. Faz com que eu fique tranquilo, sem precisar de mais nada - me faz completo, o tempo todo. Tenho vontade de te pegar pela mão e sair correndo pra um avião e te levar pra um lugar que fique marcado como só nosso. Ou nem precisa do avião, que seja aqui mesmo, quero te sequestrar e não devolver. Quero você pra sempre só pra mim. Não vou dividir, não quero saber. Eu lutei muito por você, eu não quero que nada a tire de mim. Eu quero te levar pra viajar comigo. Eu quero estar com você, te encher de beijo em um momento aleatório. Sei lá, não importa como, mas eu quero que você esteja do meu lado, a no máximo 30 centímetros de mim. Você me faz feliz, você me faz inteiro. Você deixa eu ser eu. Meu mundo tem mais graça com você, muito mais graça. E você faz muita falta quando não está comigo. Saudade dói muito. Por mim, você estaria comigo em todos os segundos. Você não tem ideia do bem que me faz, meu amor. Você é maravilhosa. Você é o meu amor.

E eu te amo, de modo crescente, de modo infinito, com todas as minhas forças.

Monday, January 02, 2012

Unlocked Gates

É, eu não sou uma fortaleza. Não sou resistente a todas as coisas que potencialmente poderiam me atingir. Existem coisas que me derrubam facilmente - lógico, não sempre - e eu ainda não imaginei como resistir tão fácil quanto a outras coisas que eu um dia já tive dificuldade de lidar.

Enquanto eu ainda não resisto bem a essas coisas, eu as guardo.

Sunday, January 01, 2012

First Of The Year

E mais um ano chega ao fim. Um ano novo começa, farei o possível para que seja maravilhoso, e eu sei que vai ser. 2011, apesar de ter sido bagunçado, começou e terminou bem, e teve coisas e pessoas maravilhosas nesse ano. Espero mantê-las por perto e que a maioria das coisas sejam boas. Esse novo ano que chega será bom, eu sei.