E aí em qualquer horário do dia eu me pergunto: o que eu tô fazendo aqui, cara? Por que eu não tô num banco de parque com ela, com o vento batendo em nossos rostos e algumas folhas de árvore caindo na gente? Por que eu estou aqui, no meio de um terminal lotado cheio de gente esquisita que vai pros mais diversos lugares da cidade ou não? Sei lá. Não gosto de ficar muito tempo sem ela. Uma semana sem ela é como dois anos em sete dias. Não gosto, quero ela aqui, e agora.
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