Pare. Olhe. Escute. O dia começou, boa tarde.
Sua noite não foi boa, sua tarde um pouco menos pior. Você acredita, mas não acontece. Não é o seu tempo, não é a sua vez. Não está no seu controle, não está nas suas mãos. À norte, um. À sul, outro. Você vai acreditar no quê?
Que bela montanha-russa; você chegou ao topo. Hora de descer, segure-se. Não. Você caiu de novo. À espera, à luta, novamente. Detritos e atritos num caminho que leva à mesma coisa de sempre. Cada vez pior, cada vez rechaçando mais o que vem. Se perde na raiva, se perde na esperança, cai e sobrecarrega na falta de confiança. Vai confiar no quê, se toda vez que confia você cai? Não é válido correr para receber uma... rasteira? Seria bondade. É receber um golpe de serra elétrica nas pernas. Você vê que aquela tempestade colorida que manchou suas paredes com desgosto parece querer cair de novo. Não, não vai. Não vai? Não. Vai. Não sei.
Agora essa merda que te cega vai te afogando cada vez mais. Você espera e nada vem. Você não sabe nadar, e se vê preso por correntes nesse lago escuro e cheio de dor. Repetem-se os gritos. Que se foda, nenhum humano vai te tirar desse inferno. Você perdeu essa luta, e você não vai tirar tudo aquilo do controle de novo. Nunca mais confie, por mais que o nunca não se cumpra.
Você sabe onde está, não sabe? Não saia disso, volte àquele ano, você não cairá tão cedo.
Ou sim, como sempre.
Sunday, May 29, 2011
Saturday, May 28, 2011
Dead Man Walking - I
Todos os pedaços estão ali, jogados. Jogados numa rua, num espaço vazio, cheio, silencioso, barulhento.
As nuvens cobrem o sol e fazem um dia nublado, sem graça, sem sal, morto. Um homem morto anda, procura seus pedaços - não encontra. Mas no fundo, sabe onde está.
Olha em volta, prédios e prédios, pessoas e pessoas. Grande coisa. A única coisa que vê é agonia e pressão, desatenção e desânimo. Seu rosto pesa, sua mão está gelada. Não vê as ruas como via antes, não sente seu corpo como sentia antes. Seus ouvidos não ouvem porque há procura por apenas um som.
Seus sorrisos, sua risada, não são as de antes. Abafam, escondem, mas não desatam aquele nó, não destroem aquele esmagamento no que (físicamente) te mantém vivo. Escorre em sua pele e deixa um rastro vermelho, um rastro negro, de dor. Houve um passeio triste, uma marca atormentadora em sua mente, um choque realístico, um drama, uma falsa felicidade em seus sonhos.
Acordar e continuar procurando pedaços. O som dos carros, o silêncio do seu quarto. Nenhum dos dois te faz esquecer daquilo que te despedaça e faz sangrar, faz chorar, faz chover por dentro, não existe alívio. As paredes brancas, os muros pintados, os milhares de tijolos erguidos em direção às nuvens não deixam seu dia em cores - o que muda, aliás?
As coisas se queimam, as coisas se perdem. Sua mente não para, sua mente te tortura. Seus pedaços somem, sua mão continua fria, você continua caído, congelado, morto.
Friday, May 27, 2011
Breakdown, you breakdown.
Um sorriso idiota, um olhar em volta; perda.
Quarto, sétimo, terceiro. Não importa. O melhor, sabe? Faz falta, esfriou o meu sol. Desmoronou o mais belo castelo, afundou o mais imponente navio, submergiu um continente. O fogo se vai, a janela mostra um dia cinzento, chuvoso, escuro e vazio. Vazio, cheio. Tanto faz. Aquilo que havia de mais belo não existe, aquele sorriso idiota desapareceu. O oxigênio de uma vida sufocante já foi. As horas passam, os minutos são como lâminas e a cada troca, uma perfuração. Os segundos jogam sangue, e então outra queda. Pausa, os olhos se fecham. O mundo ainda está aqui, ele não parou e não vai parar. Não vai parar mais? Jardins morrem, árvores perdem suas folhas. Um número muda no calendário; outro dia. Peso insustentável, o que há para fazer? Overdose de remédio pra voltar a dormir e não enfrentar aquela tempestade negra de realidade? Não, você vai ao encontro da tormenta. Deixa-se de ouvir, escutar, prestar atenção - e abre os olhos. Nada espera, ninguém espera. Você não espera, e já foi. Te deixaram aí caído, com sangue nas mãos, com sangue no peito. É tiroteio, é guerra. É derrota, é perda. É quebra, é ausência. Não se acostuma, não volta àquilo. Não deixa, não vai. Fique. Não, não ficou. A vela queima, a vela é substituída, queima de novo, acorda no escuro. Incêndio no tempo, na parada, no intervalo, na estação. Acorda com os olhos pesados, com a mente desorganizada, com trauma. Tudo se queima, tudo se perde. Tudo se quebra, tudo sangra. Vermelho tinge cores mais belas, cinza domina tudo. O sorriso se foi, a dor fica aqui.
Quarto, sétimo, terceiro. Não importa. O melhor, sabe? Faz falta, esfriou o meu sol. Desmoronou o mais belo castelo, afundou o mais imponente navio, submergiu um continente. O fogo se vai, a janela mostra um dia cinzento, chuvoso, escuro e vazio. Vazio, cheio. Tanto faz. Aquilo que havia de mais belo não existe, aquele sorriso idiota desapareceu. O oxigênio de uma vida sufocante já foi. As horas passam, os minutos são como lâminas e a cada troca, uma perfuração. Os segundos jogam sangue, e então outra queda. Pausa, os olhos se fecham. O mundo ainda está aqui, ele não parou e não vai parar. Não vai parar mais? Jardins morrem, árvores perdem suas folhas. Um número muda no calendário; outro dia. Peso insustentável, o que há para fazer? Overdose de remédio pra voltar a dormir e não enfrentar aquela tempestade negra de realidade? Não, você vai ao encontro da tormenta. Deixa-se de ouvir, escutar, prestar atenção - e abre os olhos. Nada espera, ninguém espera. Você não espera, e já foi. Te deixaram aí caído, com sangue nas mãos, com sangue no peito. É tiroteio, é guerra. É derrota, é perda. É quebra, é ausência. Não se acostuma, não volta àquilo. Não deixa, não vai. Fique. Não, não ficou. A vela queima, a vela é substituída, queima de novo, acorda no escuro. Incêndio no tempo, na parada, no intervalo, na estação. Acorda com os olhos pesados, com a mente desorganizada, com trauma. Tudo se queima, tudo se perde. Tudo se quebra, tudo sangra. Vermelho tinge cores mais belas, cinza domina tudo. O sorriso se foi, a dor fica aqui.
Thursday, May 26, 2011
Wednesday, May 25, 2011
Left on the Road
25 de maio de 2011, 01:55. Estou aqui, mais um dia, vivo. Vivo? O que eu estou, e onde eu estou? Nenhuma rua me leva à lugar algum, e aquela rua que costumava me levar ao lugar mais belo e feliz que eu conhecia, foi destruída abruptamente. Agora, preso aqui, não tenho outros caminhos, não vejo soluções, não ouço sussuros doces que paravam meu mundo. O vento se acalma, o tempo continua, aquilo que me mantinha vivo foi embora. Aquilo que me mantinha vivo quer manter outra coisa viva. Todas as flores morreram, e todo o sol escureceu.
Lutei. Mudei movimentos, mudei pensamentos, mudei falas. Mudei, de verdade. Meu coração expandiu sua profundidade, e aquela coisa linda, a mais linda que já havia visto, preencheu todo este espaço que crescia. Respirei um ar mais puro, enxerguei um mar mais limpo. Só que eu fui além, eu criei o eterno, e sempre estive sozinho nessa. "Sempre", sozinho até nisso, no sempre.
Olhava aquilo que me tirava um sorriso sincero, puro, mas eu não era olhado de volta. Deixei meu sorriso correr em aviso ao coração, permiti que continuasse o trabalho de expansão de profundidade. Deixei, deixei, deixei, e fui deixado. Esquecido pelo caminho, esquecido por causa de um não esquecimento.
Segundo plano, sentimento mental. A mente não sente. Não havia espaço, não entrei. Agora a vida está cinza, e você é um nada. Nenhuma linha remete à você, nenhuma faísca é por você. Aceitou e correu. Correu e caiu. Não voltou e não te puxou, apenas empurrou. Seu significado nunca foi relevante, sempre foi alvo de sorrisos falsos. A eternidade deu as caras e foi embora poucas semanas depois.
Agora você se vê, jogado, esquecido, perdido. Se olhe no espelho, e não te veja. Você não ouve aquilo, você não sente aquilo, você não tem aquilo. Você nunca possuiu, você nunca esteve lá.
Lutei. Mudei movimentos, mudei pensamentos, mudei falas. Mudei, de verdade. Meu coração expandiu sua profundidade, e aquela coisa linda, a mais linda que já havia visto, preencheu todo este espaço que crescia. Respirei um ar mais puro, enxerguei um mar mais limpo. Só que eu fui além, eu criei o eterno, e sempre estive sozinho nessa. "Sempre", sozinho até nisso, no sempre.
Olhava aquilo que me tirava um sorriso sincero, puro, mas eu não era olhado de volta. Deixei meu sorriso correr em aviso ao coração, permiti que continuasse o trabalho de expansão de profundidade. Deixei, deixei, deixei, e fui deixado. Esquecido pelo caminho, esquecido por causa de um não esquecimento.
Segundo plano, sentimento mental. A mente não sente. Não havia espaço, não entrei. Agora a vida está cinza, e você é um nada. Nenhuma linha remete à você, nenhuma faísca é por você. Aceitou e correu. Correu e caiu. Não voltou e não te puxou, apenas empurrou. Seu significado nunca foi relevante, sempre foi alvo de sorrisos falsos. A eternidade deu as caras e foi embora poucas semanas depois.
Agora você se vê, jogado, esquecido, perdido. Se olhe no espelho, e não te veja. Você não ouve aquilo, você não sente aquilo, você não tem aquilo. Você nunca possuiu, você nunca esteve lá.
Saturday, May 21, 2011
Devastação e Fragmentos
Sair de tudo isso. Voltar atrás. Nenhuma pista, nenhum caminho coerente. Há corrosão, há destruição. Desmoronamentos, demolições, implosões. Luz se apaga, não se enxerga um metro à frente. A interpretação é falha, seus passos não são lineares, a queda é constante. Um caminho surge, uma porta se abre; que porta, que caminho?
Cinzas, cinzas, poeira. Abandono. Acima de toda a devastação, fé. Paredes racham e em seguida caem. Como um papel sulfite sem qualquer registro, um branco predomina toda a volta; é como um quarto, todo branco, e com nada mais dentro. Portas podem aparecer, mas como vê-las? Pontes são construídas, mas há ruptura em seu meio, e temos uma queda no precipício.
E sai da grama, entra em caminho pétreo. A passos lentos tenta sair, mas onde está a saída? Tenta-se correr impassível, mas quem disse que estes fragmentos não tem vida? Há guerra, confronto da irrealidade com a sobrevivência, com o controle. Controle? Este trem saiu dos trilhos, perdeu seus rodeiros e truques, só existe caixa. Ou estaria tudo queimado?
Estas pedras deixam teu caminho incerto, estes fragmentos te arrebentam, este tudo te implode, este nada te derruba.
Cinzas, cinzas, poeira. Abandono. Acima de toda a devastação, fé. Paredes racham e em seguida caem. Como um papel sulfite sem qualquer registro, um branco predomina toda a volta; é como um quarto, todo branco, e com nada mais dentro. Portas podem aparecer, mas como vê-las? Pontes são construídas, mas há ruptura em seu meio, e temos uma queda no precipício.
E sai da grama, entra em caminho pétreo. A passos lentos tenta sair, mas onde está a saída? Tenta-se correr impassível, mas quem disse que estes fragmentos não tem vida? Há guerra, confronto da irrealidade com a sobrevivência, com o controle. Controle? Este trem saiu dos trilhos, perdeu seus rodeiros e truques, só existe caixa. Ou estaria tudo queimado?
Estas pedras deixam teu caminho incerto, estes fragmentos te arrebentam, este tudo te implode, este nada te derruba.
Tuesday, May 17, 2011
I should run
I should run from you
Even if run hurts
Trying to wake up my mind
Failing in sleep my heart
I told myself the truth
That I must run from you
But my legs doesn't want to go
That crap is killing, you know
Sacrificing our progress that my mind can see
But I have no way that's good to me
Darkness is cruising me wherever I am
I deserve this flaws, fucking flaws I gain?
Fucking shits elsewhere this world
I'm just nothing, I couldn't be overloaded
Words drowns in crying screams
Just doubt if it's not what seems
In this world that turned into dark
In my life there's a new mark
Lost yourself in your lost pieces
Lost myself in your lost pieces
Then you go home
And I'm trying to run
Överallt in pieces, I can't run.
Even if run hurts
Trying to wake up my mind
Failing in sleep my heart
I told myself the truth
That I must run from you
But my legs doesn't want to go
That crap is killing, you know
Sacrificing our progress that my mind can see
But I have no way that's good to me
Darkness is cruising me wherever I am
I deserve this flaws, fucking flaws I gain?
Fucking shits elsewhere this world
I'm just nothing, I couldn't be overloaded
Words drowns in crying screams
Just doubt if it's not what seems
In this world that turned into dark
In my life there's a new mark
Lost yourself in your lost pieces
Lost myself in your lost pieces
Then you go home
And I'm trying to run
Överallt in pieces, I can't run.
É autoria própria, antes que pensem que é música.
Monday, May 16, 2011
Saturday, May 14, 2011
There's a nightmare
O cansaço absorve suas forças, absorve sua mente. A pressão interna causa dor e mais dor, rasga a pele e o sangue escorre. No corpo, rastejam palavras, faz a dor circular. Os olhos pesam, a visão embaça. Cansaços trabalham juntos - sim, juntos, porque não existe apenas um - e se desce mais um degrau. Falhas são impressas, decepções no fundo são reveladas. Mediante mentiras, a sensação de ser enganado. Um tornado de situações, um maremoto interno quebrando as barreiras, escorre e desliza pela pele. Se faz em outra queda.
Uma tempestade já alagou mais do que deveria. Tudo submerso, nada se recupera. Um rio vermelho de sangue, um rio escurecido por toda aquela dor. Noite se faz, e cai, assim como um mundo, diante de dois olhos aterrorizados. Sua imagem, intacta, consegue transparecer as cinzas. Não vê quem não quer, não vê quem não tem olhos. Ruas são iguais, avenidas são as mesmas. Não há chão nestas ruas, não existe ar nesta cidade. Foi quase tudo roubado, e o que não foi roubado, desapareceu. Ou nunca existiu. E isso reflete na pressão interna, na dor.
De cinzas à cinzas, a poeira aumenta. A neblina tira a visão, e a cada três passos dados para frente, sete são dados para trás. O final do túnel se mostra cada vez mais longe, pois se mostra uma expansão a cada passo. Onde será esse final, quando será o fim da expansão deste túnel escuro?
Para trás, com o que rasteja, com sangue e mares de dor que passeiam em sua pele, com a escuridão que suas ruas te apresentam. O pesadelo poderia cessar?
Uma tempestade já alagou mais do que deveria. Tudo submerso, nada se recupera. Um rio vermelho de sangue, um rio escurecido por toda aquela dor. Noite se faz, e cai, assim como um mundo, diante de dois olhos aterrorizados. Sua imagem, intacta, consegue transparecer as cinzas. Não vê quem não quer, não vê quem não tem olhos. Ruas são iguais, avenidas são as mesmas. Não há chão nestas ruas, não existe ar nesta cidade. Foi quase tudo roubado, e o que não foi roubado, desapareceu. Ou nunca existiu. E isso reflete na pressão interna, na dor.
De cinzas à cinzas, a poeira aumenta. A neblina tira a visão, e a cada três passos dados para frente, sete são dados para trás. O final do túnel se mostra cada vez mais longe, pois se mostra uma expansão a cada passo. Onde será esse final, quando será o fim da expansão deste túnel escuro?
Para trás, com o que rasteja, com sangue e mares de dor que passeiam em sua pele, com a escuridão que suas ruas te apresentam. O pesadelo poderia cessar?
Sunday, May 01, 2011
Within The Darkness I
As nuvens tomam conta do céu. O sol vai embora e leva suas luzes. As estrelas desaparecem no momento em que elas são procuradas. Mas só cai a noite, e suas trevas são reforçadas por nuvens mais negras, tirando a luz.
Enquanto isso, sangue é derramado e paredes são manchadas. Tempestade molha um quarto escuro à meia-noite, desespero aterroriza uma mente escura às três da manhã, e colapso assume um coração durante todo o dia.
Um lago de águas cristalinas seca, uma árvore perde suas folhas. Vidros são quebrados, luminárias são despedaçadas. O mar aparenta estar calmo, quando não está. É noite, ruas estão desertas. Mas o silêncio consegue gritar, sendo o pior grito. Esse grito acorda as águas, que se revoltam e destroem uma cidade à meia-noite.
Distúrbio, destruição, desordem. A face norte procura controlar os clamores centrais. O coração corre, em desespero, procurando por uma ajuda. Enquanto corre, sangue é espalhado nas ruas. A mente tenta reconhecer o movimento, em vão. Gritos são desperdiçados, e ninguém ouve.
A noite e suas nuvens interceptam a luz da lua, as lâmpadas estão quebradas. Outra revolta do mar, outro maremoto. Uma tempestade de raios devasta o local, cada vez mais escuro e destruído, cada vez mais frágil.
Sangue ali, sangue aqui. Dor aqui, dor ali. Trágico cenário. De volta à tudo isso, num lugar onde se conheceu o dia, que agora volta para a escuridão, com gritos de dor, com derramamento de sangue.
Enquanto isso, sangue é derramado e paredes são manchadas. Tempestade molha um quarto escuro à meia-noite, desespero aterroriza uma mente escura às três da manhã, e colapso assume um coração durante todo o dia.
Um lago de águas cristalinas seca, uma árvore perde suas folhas. Vidros são quebrados, luminárias são despedaçadas. O mar aparenta estar calmo, quando não está. É noite, ruas estão desertas. Mas o silêncio consegue gritar, sendo o pior grito. Esse grito acorda as águas, que se revoltam e destroem uma cidade à meia-noite.
Distúrbio, destruição, desordem. A face norte procura controlar os clamores centrais. O coração corre, em desespero, procurando por uma ajuda. Enquanto corre, sangue é espalhado nas ruas. A mente tenta reconhecer o movimento, em vão. Gritos são desperdiçados, e ninguém ouve.
A noite e suas nuvens interceptam a luz da lua, as lâmpadas estão quebradas. Outra revolta do mar, outro maremoto. Uma tempestade de raios devasta o local, cada vez mais escuro e destruído, cada vez mais frágil.
Sangue ali, sangue aqui. Dor aqui, dor ali. Trágico cenário. De volta à tudo isso, num lugar onde se conheceu o dia, que agora volta para a escuridão, com gritos de dor, com derramamento de sangue.
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