Sunday, July 31, 2011
E012
Eu gosto de você. Mas por favor, para de trazer problemas, caralho. São mais de dez anos sem parar, é irritante, dá desgosto. Você não acha que já fez merda demais? Acorda pro caralho da vida, porra. Já passou da porra da hora, você já é maior de idade. Que saco, caralho. Todo fim de semana é um problema novo que você traz pra família, que nem unida é, pra ter que ficar resolvendo as suas merdas. Vou repetir, acorda pro caralho da vida.
Você nunca vai ler essa merda, mas foda-se.
Você nunca vai ler essa merda, mas foda-se.
E011
"I don't know what she sees in me but I'm happy that she's happy now that she's with me and I'm freakin' out because I'm just so lucky."
(via @Thaiitha)
E009
Não preciso me drogar para ser um gênio;
Não preciso ser um gênio para ser humano;
Mas preciso do seu sorriso para ser feliz.
(Charles Chaplin)
Saturday, July 30, 2011
E003
Go home hurts. Miss you after that too. I wish I could live at least next to you whilst we are young and can't live together. But one day we will. One day I'll open the door of my house and go running to your arms. It will be amazing.
Friday, July 29, 2011
Untitled
This post won't be named as a quick note.
It's just to remember me that I need to change the style of my texts.
Sadness doesn't match with me anymore.
ㅤㅤㅤㅤ
ㅤㅤㅤㅤ
E001
I've waited for so long. Maybe I never thought that I would survive and then live you again. I'm living you. I'm with you. Sometimes I can't believe, seems to be unreal. Months waiting to hold you. You're lying in my arms, again. You're making me feel alive, again. You're with me, again. You're with me. You're with me.
Wednesday, July 20, 2011
Through the Death
E as flores escurecem e morrem.
Os rios secam, os mares param. A vida vai embora, os pássaros são silenciados. Os anjos não te olham, as paredes caem. Rochas bloqueiam o seu caminho, o silêncio predomina. Nem gritos você ouve, o vento é calmo. Dia nublado, céu cinza. Sem graça, sem movimento. Nem o mais agoniante grito, nem o mais trancado silêncio, nada, nada faria diferença ali. Nada.
O sol deixa de existir. Ou não. Quem é que realmente sabe? Um dia ele brilhou, brilhou forte. Mas o sol precisa dar lugar para a Lua durante a noite. A noite caiu, a Lua não veio. Nem a Lua, nem as estrelas. Apenas monstros que devastavam sua fortaleza, que manchavam com sangue o seu caminho. O que é o sol, agora? Quando o sol se mostrará mais presente que estas nuvens cinzentas em sem graça?
Sinto falta do céu. Aquele com um sol com um brilho forte, poucas nuvens brancas, e predominância do azul. Aquela vida, aquele doce som dos pássaros. Aquele tudo. Dias bonitos acabam. Você vê que as nuvens não abrirão espaço. Elas são trancadas, fortalecidas por má vontade. Bobagem esperar por um dia bonito, porque isso determina grande espera; espera eterna. Quem é que sabe?
O convívio com as flores escuras e mortas já é normal. Não parece mais ser algo diferente, parece normal. É tudo igual, é tudo morto. É tudo sem vida. Precisa mesmo se importar com todas estas coisas mortas? É bobagem, já que são tão comuns aos seus dias. Não adianta tentar plantar novas flores, elas não crescerão. Se crescerem, morrerão. É uma questão de normalidade... é morto, é triste, é frio... mas é normal.
Os rios secam, os mares param. A vida vai embora, os pássaros são silenciados. Os anjos não te olham, as paredes caem. Rochas bloqueiam o seu caminho, o silêncio predomina. Nem gritos você ouve, o vento é calmo. Dia nublado, céu cinza. Sem graça, sem movimento. Nem o mais agoniante grito, nem o mais trancado silêncio, nada, nada faria diferença ali. Nada.
O sol deixa de existir. Ou não. Quem é que realmente sabe? Um dia ele brilhou, brilhou forte. Mas o sol precisa dar lugar para a Lua durante a noite. A noite caiu, a Lua não veio. Nem a Lua, nem as estrelas. Apenas monstros que devastavam sua fortaleza, que manchavam com sangue o seu caminho. O que é o sol, agora? Quando o sol se mostrará mais presente que estas nuvens cinzentas em sem graça?
Sinto falta do céu. Aquele com um sol com um brilho forte, poucas nuvens brancas, e predominância do azul. Aquela vida, aquele doce som dos pássaros. Aquele tudo. Dias bonitos acabam. Você vê que as nuvens não abrirão espaço. Elas são trancadas, fortalecidas por má vontade. Bobagem esperar por um dia bonito, porque isso determina grande espera; espera eterna. Quem é que sabe?
O convívio com as flores escuras e mortas já é normal. Não parece mais ser algo diferente, parece normal. É tudo igual, é tudo morto. É tudo sem vida. Precisa mesmo se importar com todas estas coisas mortas? É bobagem, já que são tão comuns aos seus dias. Não adianta tentar plantar novas flores, elas não crescerão. Se crescerem, morrerão. É uma questão de normalidade... é morto, é triste, é frio... mas é normal.
Tuesday, July 12, 2011
Fuck this shit
Engraçado, muito engraçado.
É ridículo, esse texto é ridículo. É fora do normal. Foda-se, eu não quero saber das minhas histórias de terror. Eu não quero saber de regras, de padrões, de todo o caralho. Eu não tô nem aí, essa porra desse blog é confuso o tempo todo, então não importa como vai ser esse texto. Não importa se vai ter sentido ou não, não importa nada.
É patético o que eu sou. É patética a forma em que eu me olho.
É ridículo, esse texto é ridículo. É fora do normal. Foda-se, eu não quero saber das minhas histórias de terror. Eu não quero saber de regras, de padrões, de todo o caralho. Eu não tô nem aí, essa porra desse blog é confuso o tempo todo, então não importa como vai ser esse texto. Não importa se vai ter sentido ou não, não importa nada.
É patético o que eu sou. É patética a forma em que eu me olho.
É tudo definitivamente complexo, confuso,
minha vida não está normal faz tempo.
Minhas mãos estão vermelhas, parecem maiores. Foda-se, maior está a confusão na minha vida. De nada importa saber, eu não sei qual é o meu caminho. Tudo mudou, pessoas mudaram, palavras mudaram. Eu me sinto fora do normal, eu me sinto fora de mim.
Eu poderia vender o meu coração no e-bay.
Alguém quer comprar? Não sei como usa, nem me perguntem também. Mas nem faço questão de ter ele mais. Eu poderia anunciar a minha mente também, sei lá, ficaria sem, ficaria de boa, ficaria nivelado a adolescentes otários que só querem "pegar mina". Mas eu não teria problemas maiores do que qual blusa da GAP eu compro: "a azul ou a vermelha?".
Ah, olha esse texto, caralho, tá um lixo. Tão eu toda essa bosta. Deplorável essa situação; dá nojo. Eu nem sei pra que eu tô escrevendo isso aqui, eu deveria esconder. Deveria me esconder, deveria dormir por trinta anos. Deveria... ah, deveria qualquer coisa, foda-se.
Tô de saco cheio de lutar, tô de saco cheio de aguentar, de sobreviver. Eu vou viver sempre assim? Sobrevivência e só? É tão nojento que o meu maior sonho de ser jogador de futebol vai pro lixo. Eu vou passar a minha vida inteira trancado em uma empresa trabalhando e me sufocando. Não, não, eu quero seguir do meu jeito, mas eu não vou seguir. As coisas não são como eu quero.
Não interessa também, esse texto tá um lixo mesmo. Eu devia apagar essa merda. Eu devia jogar tudo o que eu penso no lixo. Eu devia jogar tudo o que eu faço por quem eu amo no inferno. Eu devia incinerar o meu coração. Que bosta
isso,
eu sei lá o que
fazer.
Como se fosse importante, também
Dane-se.
Eu ainda consigo rir de toda a merda que acontece e sempre aconteceu comigo.
Eu sou muito idiota.
Meu coração é ridículo.
Vai tomar no cu.
Vai tomar no cu.
Spawning Vats
E então o barulho da chuva abafa os passos em sua direção.
A sua linda decoração de vidro e sangue no chão lhe impedem de se mover; a sensação de aproximação vai embora. Lá fora, a chuva. Dentro, o silêncio. Por pouco, muito pouco. Ao tempo em que tentou olhar pro lado, um vulto passou em outra direção. Uma mão segurou o seu pescoço, e outra segurou a sua boca. Mesmo se debatendo, e nada conseguiu além de encurralar a agonia.
Ao passo da chuva que caia mais forte, o terror também ganhava força. Mostrava seu poder naquela escuridão, naquele cárcere. A agonia instalava-se em seu corpo, a lua se escondia. Lua vermelha, chuva forte, terror dominante. O que era tudo aquilo? Por que era tudo aquilo? Ouve-se uma cadeira sendo puxada, ouve-se mais passos na escada, enquanto mantinha-se preso àquelas mãos que prendiam seus gritos misturados com litros de agonia.
Querida agonia, apenas vá embora. Não permaneça até o fim - mas permaneceu. A porta se abre novamente, e sem demora, mais mãos vão ao seu encontro, e te jogam contra a parede. A cadeira cai, e não há lugar para se apoiar. Mas todas aquelas mãos resolvem te soltar, e devastam o que ainda estava intacto; a chuva para. E então a janela se abre sem qualquer força humana...
Mas aparece um rosto na janela...
A sua linda decoração de vidro e sangue no chão lhe impedem de se mover; a sensação de aproximação vai embora. Lá fora, a chuva. Dentro, o silêncio. Por pouco, muito pouco. Ao tempo em que tentou olhar pro lado, um vulto passou em outra direção. Uma mão segurou o seu pescoço, e outra segurou a sua boca. Mesmo se debatendo, e nada conseguiu além de encurralar a agonia.
Ao passo da chuva que caia mais forte, o terror também ganhava força. Mostrava seu poder naquela escuridão, naquele cárcere. A agonia instalava-se em seu corpo, a lua se escondia. Lua vermelha, chuva forte, terror dominante. O que era tudo aquilo? Por que era tudo aquilo? Ouve-se uma cadeira sendo puxada, ouve-se mais passos na escada, enquanto mantinha-se preso àquelas mãos que prendiam seus gritos misturados com litros de agonia.
Querida agonia, apenas vá embora. Não permaneça até o fim - mas permaneceu. A porta se abre novamente, e sem demora, mais mãos vão ao seu encontro, e te jogam contra a parede. A cadeira cai, e não há lugar para se apoiar. Mas todas aquelas mãos resolvem te soltar, e devastam o que ainda estava intacto; a chuva para. E então a janela se abre sem qualquer força humana...
Mas aparece um rosto na janela...
Sunday, July 10, 2011
Halls of the Damned
A chuva para, o frio abraça; e então, boa noite.
De poços escuros sobem aqueles que são o pior. Aqueles que seguram o seu pé e te derrubam. Nunca resolveu tentar correr, não funcionará sua tentativa de escapar, eles te acharam nova mente. A lua se esconde atrás de nuvens, a escuridão domina a sua noite. As luzes fraquejam e vultos passam por suas costas. Suas mãos congelam, sua parede recebe tinta negra, a lâmpada se desprende do teto, os cacos ficam no chão, você está encurralado.
Ouve gritos do outro lado da parede, vê a maçaneta da porta se mexer. Nenhuma mão está nela, nem do lado de dentro, nem do lado de fora. Ela se mexe sozinha, e bate na parede com uma força desconhecida. A lua volta para iluminar, ela está vermelha, ela derrama vinho em sua noite. Aproveite os gritos de uma noite tão bonita, aproveite os pedaços espalhados pelo chão decorado com vidro.
Não arrisque abrir a sua janela. Está muito tarde, você não sabe o que espera do lado de fora. Você ouve batidas fortes naquela madeira nova que te separa da luz vermelha da lua. Enxerga um rosto vazio, sem forma, somente alguns passos de você. Escuta passos e sente algo vindo em sua direção, atrás de você, uma parede, de preto para vermelho, vermelho de sangue, aos lados, vidro, você não tem pra onde correr.
E então um som de trovão - a chuva começa a cair lá fora...
Saturday, July 09, 2011
Wish
Posso te amar enquanto te tenho
Posso te amar enquanto cativo
Posso te amar enquanto venho
Posso te amar enquanto vivo
Não posso querer-te se não a sinto
Não posso querer-te enquanto não lhe abraço
Não posso querer-te sem você ao redor
Não posso querer-te enquanto não está em meu espaço
Queria amar-te sem universo
Queria amar-te sobre o verso
Queria amar-te inconsciente
Queria amar-te livremente
Desejei que me livrasse
Desejei que em capítulo, me colocasse
Desejei que em título, eu estivesse
Desejei que ao olhar-me, viria sorriso à sua face
Desejei que em demasia, me amasse.
Posso te amar enquanto cativo
Posso te amar enquanto venho
Posso te amar enquanto vivo
Não posso querer-te se não a sinto
Não posso querer-te enquanto não lhe abraço
Não posso querer-te sem você ao redor
Não posso querer-te enquanto não está em meu espaço
Queria amar-te sem universo
Queria amar-te sobre o verso
Queria amar-te inconsciente
Queria amar-te livremente
Desejei que me livrasse
Desejei que em capítulo, me colocasse
Desejei que em título, eu estivesse
Desejei que ao olhar-me, viria sorriso à sua face
Desejei que em demasia, me amasse.
Tuesday, July 05, 2011
From The Bottom to the Top
Um dia você teve que fazer tudo, mas não tinha retorno, passava direto.
Os dias de hoje são inteiramente novos, são bonitos, e também, inesperados. Não faz muito tempo, só quatro meses. Eu criava em minha mente que eu havia conseguido vencer fantasmas e dali pra frente tudo ficaria bem. Grande engano. Fiz algo que não deveria ter feito. Errei acertando. Por que eu fiquei, enquanto você só se afastava? Mesmo assim, eu criava a eternidade, eu vivia o sempre. O futuro era único - o que eu havia criado seria mantido pro resto da vida -, ah, grande ingenuidade.
Dois meses depois, vivi um dos maiores infernos que a minha vida proporcionou. Estava tão estampado no meu rosto que quase todos os meus professores perceberam. Dormia para não sentir dor, dormia em aulas, no caminho, em casa, eu queria fugir de uma forma que não fosse agressiva aos meus pais. Não encostei em uma gota de álcool, e não fumei. Saí, sem drogas. Álcool, tão poético, tão ruim; mas eu cumpri o que eu disse naquele dia.
Avançando o tempo em mais dois meses, estamos em 5 de julho. Sobrevivi a outra morte interna, sobrevivi ao passado, de novo. Óbvio que não foi sozinho. Deus ouviu cada palavra minha; e você apareceu. Saí do meu inferno e estou em direção ao céu. Meu coração me diz muito, minha mente se programa. Só que possuo determinados medos que me quebram às vezes, porém, por você, eu lutaria para perdê-los.
E então agora a vida começa de novo. E eu não quero que ela acabe outra vez, não sei a quantos infernos eu posso sobreviver.
Os dias de hoje são inteiramente novos, são bonitos, e também, inesperados. Não faz muito tempo, só quatro meses. Eu criava em minha mente que eu havia conseguido vencer fantasmas e dali pra frente tudo ficaria bem. Grande engano. Fiz algo que não deveria ter feito. Errei acertando. Por que eu fiquei, enquanto você só se afastava? Mesmo assim, eu criava a eternidade, eu vivia o sempre. O futuro era único - o que eu havia criado seria mantido pro resto da vida -, ah, grande ingenuidade.
Dois meses depois, vivi um dos maiores infernos que a minha vida proporcionou. Estava tão estampado no meu rosto que quase todos os meus professores perceberam. Dormia para não sentir dor, dormia em aulas, no caminho, em casa, eu queria fugir de uma forma que não fosse agressiva aos meus pais. Não encostei em uma gota de álcool, e não fumei. Saí, sem drogas. Álcool, tão poético, tão ruim; mas eu cumpri o que eu disse naquele dia.
Avançando o tempo em mais dois meses, estamos em 5 de julho. Sobrevivi a outra morte interna, sobrevivi ao passado, de novo. Óbvio que não foi sozinho. Deus ouviu cada palavra minha; e você apareceu. Saí do meu inferno e estou em direção ao céu. Meu coração me diz muito, minha mente se programa. Só que possuo determinados medos que me quebram às vezes, porém, por você, eu lutaria para perdê-los.
E então agora a vida começa de novo. E eu não quero que ela acabe outra vez, não sei a quantos infernos eu posso sobreviver.
Subscribe to:
Comments (Atom)
