Thursday, September 29, 2011
Något saknas.
Tuesday, September 27, 2011
Thursday, September 22, 2011
E062
Monday, September 19, 2011
E059
Eu sinto raiva quando analiso todos os fatos. É tanta raiva que não sei de onde surge tanto espaço pra isso.
Sunday, September 18, 2011
E058
Estou cansado de cair.
Estou cansado de levantar.
Estou cansado de promessas.
Estou cansado de "nunca vou te deixar" e no final isso acontecer.
Estou cansado de desistirem de mim.
Estou cansado de tudo dar errado o tempo todo.
Estou cansado de estar aqui.
As Train Goes By
Um trem passa. Três papéis caem ao lado do meu pé. Quatro horas da tarde. Pouco movimento. E nada.
As portas fecham, o trem parte. Deixa a estação, corre para a próxima estação. Não é possível ver onde ela está. Ao redor, prédios novos, velhos, abandonados. Um desenho de um anjo. Trens abandonados. Tudo calmo, a visão não agrada. Nada agrada. Se o tempo passa, se não, tanto faz.
Por favor, desembarque nesta estação. Entra em um novo trem. Aquela velha sensação desconfortável. Outro trem demora a passar. O barulho não fala mais alto que sua mente. É inútil tentar, pra falar a verdade. A baixa velocidade agora bate com seus passos. Tudo aquilo que o som dos truques tentava abafar se fortalece e tenta dominar. E não desiste.
O trem desacelera. Nova estação ou novo empecilho para prosseguir viagem? O trem volta a acelerar...
Mas falha, e para.
Saturday, September 17, 2011
I'm giving up.
Acho que eu não preciso de mais provas de que ninguém vai entregar o coração pra mim. Ninguém.
Outra coisa que eu entendi: desisto de ser feliz, eu vi que não vou ser.
Aftermath
Olha só quem é que volta pra sua escuridão: alguém que já a conhece bem. É inutil tentar sair. É inútil tentar ficar. Desnecessário acreditar. Acreditei e caí. Meu lugar é nesse escuro, é nessa poeira. Minha raiva por mim engole toda a minha alma e a esperança em qualquer coisa morre. Antes que se tirem conclusões, eu digo: estou morto por mais uma vez.
Surpresas são tão desagradáveis, foi o caso desta. Impressionante o preço da sua segurança. Não vale a pena acreditar em algo, dá sempre na mesma. Não tenho motivo algum pra confiar em qualquer coisa. Nem mesmo em mim. Minha confiança traiu a minha mente, traiu o meu coração, e agora vai trair a minha vitória. Já sabia. Estava muito bem, eu tinha que cair... mais uma vez.
Não consigo me sentir seguro. Não posso me sentir seguro. Quando me tranquilizo e tiro a paranóia de cena, eu apanho da vida do jeito mais frio. A vida me enoja, cansei de estar aqui. Quero não mover um dedo pra vencer, mas se movendo todo o meu esforço eu ainda fracasso, imagina sem fazer algo? Quero algo que me faça acreditar em tudo outra vez. Quero algo que faça a minha vida ter emoção. Quero não cair. Não quero decepção. Só quero ficar bem, mais uma vez.
Só quero que alguém me tire desse inferno, eu não tenho condições de sair sozinho.
Friday, September 16, 2011
E056
Thursday, September 15, 2011
Immer Lieben; Immer Gewinner.
Que não exista o desejo de vingança
Que nunca se perca na memória
Que sempre se persiga a vitória
Que se afaste da morte
Que se aproxime da sorte
Que seja saciada sua carência
Que nunca se use da violência
Que precise sempre de amor
Sem que precise implorar
Que receba amor
De quem não se importe em dar
Que haja sempre calor,
Que haja sempre amor.
To Protect Myself
Um pouco mais de sorriso, um pouco mais de gentileza. Humor melhor, um bom dia. Acho que vem correndo um pouco de calor no meu sangue. Estive muito frio por tempos, devido à mortes que sobrevivi porque não havia outra opção. Mas não adianta viver deixando a morte beirar a minha vida. Tenho que estar vivo, bem vivo, sempre. Tenho que fazer a minha vida movimentar. Não existe emoção por parte de um morto. Então, vivo, meu mundo sempre terá cores, sempre terá vida, sempre terá emoção. Odeio frio, então não quero frieza. Quero calor, pra mim, pra você, pra nós, pra todo mundo. I'll work for that, to protect myself.
Monday, September 12, 2011
E054
Sunday, September 11, 2011
Thursday, September 08, 2011
E050
Somewhere I Am
Lembro-me de ter planejado tanta coisa. Essas tantas coisas se tornaram em tantos desaparecimentos. Planejamentos desde o o restaurante que iríamos na noite seguinte até a parede do quarto das crianças. Mas de planejamentos essas coisas não passaram. Planos e sonhos foram enterrados, a esperança em qualquer coisa tirou férias e não voltou. Não sei onde estiveram meus erros. Pode ter sido fazer demais, pode ter sido planejar mais do que deveria. Não, não pode ser. Nunca fiz mais do que a maioria, no fundo, quer. Me dei o direito de querer. Acontece que eu nunca estive nos sonhos de quem eu um dia planejei algo. Nunca fui a esperança. Nunca fui motivo principal - ou notável - de felicidade. Não sei se ainda sou o que um dia fui. Acho que eu já fui muito, hoje eu nem me reconheço. Deixei de me importar com tanta coisa, deixei de ser altruísta. Sempre quis me importar menos, fazer menos. Mas com isso, aprendi que eu gosto de me importar, que eu gosto do jeito que eu já fui. Pena que não existe posição segura. A frieza que corre em mim é uma até então desconhecida. Sinto falta de planejar, sinto falta de sonhar, sinto falta de esperar. Mas esse ceticismo que está em mim não planeja sair, e eu não sei se devo planejar a minha volta a mim mesmo.
E049
Sunday, September 04, 2011
E047
- Aquele sorriso que eu olharia por horas e horas. Aquela voz meiga que me faz sorrir feito bobo. Aqueles olhos castanhos que ficam esverdeados na claridade. Aquelas mãos macias e menores que as minhas. Aquele beijo viciante e o carinho que só ela sabe dar…
- Espera aí. Tá falando do que cara?
- Das sete maravilhas do meu mundo.”