Para intermináveis longas e escuras noites o olho insiste em se manter aberto. Não alguns. Um acordo, é de sangue, que não há olhos abertos para quaisquer malditas possibilidades de volta ao lixo ou ao indevido. Há olhos focados em luz, em meio-dia, em eternidade cedo. Eternidade, é o pedido para que se aconteça entre meio-dia e meio-dia e um. Noite não haverá. Luz, infinita. Será permitido, confiança determinante nunca duvidada - e nem deve ser duvidada.
Mas nem todo nascer-do-sol é igual, nem todo sol nasceu, por vezes são lanternas que são confundidas. Certeza do meu sol, do meu meio-dia, tenho. E tenho, tenho, ninguém escurecerá.
Escuridão, longas e escuras noites. Presas longe daqui.
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