Sunday, January 23, 2011

Castelos

Era como um castelo. Intransponível, indestrutível. Prova tirada ao longo da frieza de quase quatrocentos dias. Pois bem. Na intenção da reforma do mesmo, da expansão, a ventania, a tempestade, a explosão. Tijolo por tijolo, adeus castelo. A queda. Agora o frio seria enfrentando sem cobertor. É. E o frio cada vez mais aumentava. A noite chegava. Trevas e frio, apenas. Mas tijolos apareciam, e tentava-se a reconstrução do castelo. Mas vinham ventos mais fortes que levavam embora estes tijolos. Bom, então, se o vento não permite, então o que resta a fazer se não deixar o frio causar hipotermia? Não. O frio vai ser derrotado sem castelo, sem cobertor. Mesmo que não houvesse um modo de habilitar que isso entrasse na cabeça. Bom, o castelo seria reconstruído. E mesmo que viessem ventanias e ventanias que atrasassem sua reconstrução, não houve desistência. Resistência, consciência, apenas estas. Bem, o castelo está bonito, as trevas foram sobrepostas por luz, o frio substituído por calor. Mas sabe-se que o castelo não é intransponível nem indestrutível. É mais forte, mas sujeito à destruição. Mas, o castelo há de ser decorado, e não calculado por quanto tempo resistirá em pé.

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